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Terça, Abril 25, 2017

Apresentação

A Fundação Viver Produzir e Preservar, é uma organização sem fins lucrativos, situada na Região da Transamazônica, com sede no município de Altamira, Oeste do Estado do Pará; foi fundada em 1991 pela iniciativa das organizações camponesas, movimentos pastorais e populares urbanos e de educadores da Rodovia Transamazônica e do Rio Xingu, mas sua atuação enquanto movimento social organizado ocorre desde a primeira metade da década de 80 do século passado, após o abandono do projeto de colonização da região pelo governo federal. 
Sua atuação inicial contou com o apoio de movimentos pastorais das Comunidades Eclesiais de Bases da Igreja Católica, movimentos políticos e sociais que lutavam pela redemocratização do país, sendo que sua atuação social e política estavam em sintonia com os demais movimentos de organização social que eclodiam no Brasil e na América Latina.

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O som que vem do campo

Fundação Viver Produzir e Preservar leva música para as Casas Familiares Rurais através de projeto financiando pelo PDRSX

O som que vem do campo dá o tom nas Casas Familiares Rurais (CFRs) de toda a região. São os primeiros acordes de um projeto grandioso, que nasceu do sonho de um professor lá de Pacajá, e que hoje alegra as aulas em oito municípios. Com apoio do Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu – PDRSX, os violões chegaram até os alunos, e assim surgiu o Projeto: Por uma sociedade organizada, inclusiva, e culturalmente fortalecida.

Quem vê hoje os alunos tocando, nem imagina o quanto é simples ensinar jovens de comunidades rurais a pegar um violão. Alunos das CFRs de Altamira; Anapu; Brasil Novo; Senador José Porfírio; Pacajá; Placas; Uruará, e do KM 23, selecionados pelo projeto, que tem como foco a interdisciplinaridade. Usar a música para incentivar a educação não é novidade, mas entre estudantes de comunidades rural, se mostrou uma revolução.  

Baseado na ideia do saudoso Professor D’Assis Pinheiro, que trabalhou na CFC de Pacajá, e sonhava com a implantação de aulas de violão nas escolas, a Fundação Viver Produzir e Preservar – FVPP, resolveu comprar o desafio, e inscreveu o projeto na Câmara Técnica de Inclusão Social do PDRSX. A ideia foi aprovada, e 80 violões adquiridos pela fundação. Começava ali a realização de um sonho antigo, que aos poucos se materializava.

O projeto disponibilizou os equipamentos, e incluiu na grade curricular dos estudantes, pelos menos seis oficinas de 20 horas aulas, planejadas pelo maestro Jorge Paes, que ainda é responsável pela orientação dos professores, e a instrução de algumas das aulas. Para atender a todas as Casas Familiares Rurais, foram criadas turmas de 20 alunos em cada município, mas assim que as aulas começaram, uma nova surpresa: quem tinha violão em casa, ou conhecia alguém que possuía um instrumento, tratou de se inscrever na turma de música, e aos poucos, o número de interessados foi se multiplicando.

Encabeçado pela FVPP, o projeto é considerado uma conquista para quem já atuou nas CFRs, como João Batista Uchôa Pereira, que por muitos anos, ministrou aulas, e coordenou a CFR de Pacajá. “O projeto é o incentivo que esses meninos precisavam, algo como a cereja do bolo, eles estavam lá, mas nós sentíamos que faltava algo para que eles pudessem decolar, é assim que eu vejo esse projeto, como o ponta pé inicial para uma coisa ainda maior, eles têm capacidade, mas precisam de incentivo e o projeto violão é isso”, destaca.

O projeto tem revelado mais e mais interessados em seguir com as aulas, e o sucesso das turmas reforça ainda mais a certeza de que a ideia realmente valeu à pena. As aulas são a primeira parte do Projeto “Violão”, que ainda incluem intercâmbio entre as escolas para apresentações, e a participação das turmas em um Festival de Violão que vai acontecer no segundo semestre deste ano em Altamira. Os alunos irão se apresentar para o público, e tocar ao lado de músicos da terra, além de convidados de outras cidades do estado.

 

João Batista explica quem concluir o curso, receberá um certificado de Iniciação em Música (120 horas) e poderá levar ainda um outro prêmio, o de músico revelação. “Eu acho muito lindo esse projeto, eu me emociono a cada visita, recentemente estive em Anapu, onde uma turma me recebeu tocando, e tocando muito bem, eu achava que por ser muito recente, eles ainda estavam pegando as primeiras notas, mas na verdade eles se dedicaram tanto, que a coisa evoluiu de uma forma que eu realmente não imaginava, pra mim é sem dúvida um sonho realizado”, resume. 

FVPP Distribui mais de Mil mudas nas CFRs da Região.

O Projeto de Utilização e Difusão de Novas Técnicas de Produção de Alimentos na Região do Xingu, patrocinado pelo Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu e executado pela Fundação Viver Produzir e Preservar tem a missão de fortalecer as produções no eixo da Transamazônica e Xingu. Desde 2013 o projeto incentiva a criação de sistemas agroflorestais nas Casas Familiares Rurais de Altamira, Brasil Novo, Pacajá, Placas, Senador José Porfírio e Uruará para aproveitamento das áreas degradadas para recuperação e produção de alimentos. 
Foram distribuídas mudas de frutíferas e essências florestais em cada Casa Familiar. Além de incentivar o plantio nas CFRs, o projeto também incentiva que os estudantes façam o plantio nas propriedades rurais das famílias, contando também com capacitações ofertadas através de oficinas para elaboração de projetos para facilitar acesso aos créditos rurais.

É a FVPP, via PDRS Xingu, incentivando a produção de alimentos e a recuperação de áreas degradadas no território da Transamazônica e Xingu.

Raiany Brito / ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO FVPP

Uma Sociedade Liberta é Aquela que Tem Voz e Vez.

O tema exalta a liberdade e nos faz refletir que todos os dias há uma oportunidade para o recomeço. Este é o lema do Movimento de Mulheres Trabalhadoras de Altamira, do Campo e da Cidade que no decorrer da luta pela defesa dos direitos da mulher clama pela igualdade e pela oportunidade!
Não é de hoje que tomamos ruas e pedimos atenção para que as mulheres do mundo, do Brasil e da Transamazônica sejam respeitadas.
Na semana da mulher, como parte das comemorações fizemos uma visita e oferecemos um café da manhã às dezesseis detentas custodiadas na superintendência do Xingu.

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As Margaridas de Altamira

Quando vi aquela multidão de MARGARIDAS em Brasília/DF senti um arrepio. Vi numa única imagem: ribeirinhas, quilombolas, negras, brancas, agricultoras e pescadoras. Todas com um único desejo: Justiça!
As militantes de um movimento sólido que homenageia a ex-líder sindical, Margarida Maria Alves. Que foi assassinada em 1983, na porta de sua casa, por latifundiários do Grupo Várzea, na cidade de Alagoa Grande, Paraíba. Tomam a capital Nacional e entoam o grito pela igualdade dos gêneros!
Pela valorização da mulher, pelo cumprimento da Lei Maria da Penha, outro exemplo de coragem e de persistência contra a violência doméstica, pela garantia das políticas públicas para o campo e a cidade.

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