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Terça, Maio 23, 2017

Apresentação

A Fundação Viver Produzir e Preservar, é uma organização sem fins lucrativos, situada na Região da Transamazônica, com sede no município de Altamira, Oeste do Estado do Pará; foi fundada em 1991 pela iniciativa das organizações camponesas, movimentos pastorais e populares urbanos e de educadores da Rodovia Transamazônica e do Rio Xingu, mas sua atuação enquanto movimento social organizado ocorre desde a primeira metade da década de 80 do século passado, após o abandono do projeto de colonização da região pelo governo federal. 
Sua atuação inicial contou com o apoio de movimentos pastorais das Comunidades Eclesiais de Bases da Igreja Católica, movimentos políticos e sociais que lutavam pela redemocratização do país, sendo que sua atuação social e política estavam em sintonia com os demais movimentos de organização social que eclodiam no Brasil e na América Latina.

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FVPP mais uma vez ocupa Assento no Conselho Municipal do Meio Ambiente.

Foram empossados nesta quarta feira (12/08) em Altamira, 12 conselheiros titulares e 12 suplentes do  conselho municipal do meio ambiente (COMAM).  Eles representam o governo e também a sociedade civil. Dentre as entidades, está a Fundação Viver Produzir e Preservar, que desde o ano de 2005 tem assento no COMAM. Márcia Castro (conselheira titular) e Reinaldo Lemos (conselheiro suplente) ficarão por dois anos ao lado dos demais conselheiros fiscalizando, aprovando as ações sustentáveis da SEMAT e também fazendo denúncias de crimes ambientais.
Os membros do conselho se reúnem uma vez por mês para planejar ações e estabelecer parcerias com a comunidade de modo geral. Os encontros acontecem na Secretaria Municipal da Gestão do Meio Ambiente, Turismo, limpeza pública e aterro sanitário.

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FVPP INFORMA:

Já se aproxima mais um pleito eleitoral do Conselho Tutelar de Altamira.
20 pessoas concorrem à 5 vagas do cargo de conselheiro tutelar! A eleição será no dia 04 de outubro, as votações ocorrerão nas escolas municipais.
Faça um análise e escolha seu candidato!
Os conselheiros ficarão por dois anos lutando e fazendo valer o que prega o Estatuto da Criança e do Adolescente.
A Fundação Viver Produzir e Preservar, que tem acento no Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, chama atenção para esta importante reflexão.

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As Transamazônidas e Xinguaras rumo à Marcha das Margaridas.


Saiu de Altamira uma caravana de mais de 50 mulheres do território da Transamazônica e Xingu. O destino é  Brasília/DF. As companheiras vão participar da marcha das margaridas que reúne na Esplanada dos Ministérios: Agricultoras, ribeirinhas, quilombolas, indígenas e negras de todo Brasil.
É um momento para marchar e também para cobrar atenção do governo!
As companheiras que saíram daqui irão percorrer mais de 1.900 quilômetros... Mas a viagem longa será compensada! Já que a presença das lideranças sociais, que representam as 11 cidades, consolida a luta feminista. A cobrança das mulheres por um país mais justo e menos machista!

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Educação no campo é direito e não esmola!

Falar de educação no campo é falar da luta dos movimentos sociais. Pois a história das Casas Familiares Rurais no Pará se confunde com a história de tantos militantes que sempre defenderam a igualdade! Que desde sempre lutaram para que a qualidade do ensino também fosse realidade nas áreas rurais.
Depois de muitos debates foi implantada no Pará a primeira Casa Familiar Rural. O ano era 1998 e a cidade escolhida para a experiência foi Medicilândia no território da Transamazônica. Utilizando o método da Pedagogia da Alternância, que permite que o aluno fique 15 dias no leito familiar e 15 dias estudando e partilhando a vivência no campo na escola, a metodologia foi inovadora, desafiadora...

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