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Terça, Maio 23, 2017

Apresentação

A Fundação Viver Produzir e Preservar, é uma organização sem fins lucrativos, situada na Região da Transamazônica, com sede no município de Altamira, Oeste do Estado do Pará; foi fundada em 1991 pela iniciativa das organizações camponesas, movimentos pastorais e populares urbanos e de educadores da Rodovia Transamazônica e do Rio Xingu, mas sua atuação enquanto movimento social organizado ocorre desde a primeira metade da década de 80 do século passado, após o abandono do projeto de colonização da região pelo governo federal. 
Sua atuação inicial contou com o apoio de movimentos pastorais das Comunidades Eclesiais de Bases da Igreja Católica, movimentos políticos e sociais que lutavam pela redemocratização do país, sendo que sua atuação social e política estavam em sintonia com os demais movimentos de organização social que eclodiam no Brasil e na América Latina.

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‘’Verás que um filho teu não foge à luta.’’

Mão no peito esquerdo do lado do coração para entoar o hino brasileiro em um dos momentos mais emocionantes do movimento de luta pelos direitos da Transamazônica e Xingu. E foi ali no meio da Br-230 que cerca de 800 agricultores ouviram atentamente as negociações que foram feitas em Brasília/ DF entre o governo federal e a comissão dos representantes da região.

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Juventude Educação e Desenvolvimento no Campo

A Transamazônica e Xingu por muito tempo foi lembrada como a região de grandes problemas: Onde a falta de políticas públicas trazia transtornos e sofrimento. Falta de incentivo na agricultura, produtores rurais que perdiam suas produções no meio da estrada e além de problemas fundiários. Lembranças que começam a fazer parte do passado! Os moradores comemoram um novo tempo e principalmente o avanço dos projetos que mudam a vida de tantas pessoas por aqui.

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FVPP ENTREGA ROÇADEIRAS PARA EXTRATIVISTAS DO XINGU

A equipe da Fundação Viver, Produzir e Preserva entregou roçadeiras para 10 famílias que trabalham na lavoura cacaueira na comunidade extrativista do Rio Xingu.
Agora os equipamentos agrícolas que foram entregues gratuitamente pela FVPP irão auxiliar na limpeza das lavouras. Cada extrativista assinou um termo de doação e agradeceu pela iniciativa que é um incentivo à produção de cacau que rende lucros para as famílias que aprenderam a cultivar e também a preservar o meio ambiente.
‘’Olha essa entrega representa muito para a FVPP, mas principalmente para os extrativistas. A gente que caminha ao lado deles desde o início desta luta sabe que é preciso incentivar as famílias para a prática da sustentabilidade e tão logo para uma renda independente.’’ Acrescentou Antônia Martins, Secretária executiva da Fundação Viver, Produzir e Preservar.

Raiany Brito // ASCOM FVPP

O chocolate que realiza sonhos!

As margens da br-230 funciona a primeira fábrica de chocolates da região. A cacauway, que é gerida pela COPATRANS (Cooperativa Agroindustrial da Transamazônica), tirou do papel o projeto de 40 produtores de cacau que acreditaram que a produção da terra roxa de Medicilândia pudesse virar um chocolate de qualidade. E a iniciativa deu tão certo que desde quando começou a funcionar, em 2010, a indústria chocolateira da transamazônica aquece o comércio regional com mais de 20 produtos desde o chocolate, licores, geleias e outros alimentos que são os subprodutos do cacau.
Hoje a marca começa a ser reconhecida e chega também a outras regiões paraenses. A meta é continuar evoluindo para que o chocolate da Amazônia seja conhecido nacionalmente. Pois a qualidade dele já é um exemplo e continua motivando os agricultores que desde sempre acreditaram e fazem parte da agricultura familiar.

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