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Terça, Dezembro 06, 2016

Apresentação

A Fundação Viver Produzir e Preservar, é uma organização sem fins lucrativos, situada na Região da Transamazônica, com sede no município de Altamira, Oeste do Estado do Pará; foi fundada em 1991 pela iniciativa das organizações camponesas, movimentos pastorais e populares urbanos e de educadores da Rodovia Transamazônica e do Rio Xingu, mas sua atuação enquanto movimento social organizado ocorre desde a primeira metade da década de 80 do século passado, após o abandono do projeto de colonização da região pelo governo federal. 
Sua atuação inicial contou com o apoio de movimentos pastorais das Comunidades Eclesiais de Bases da Igreja Católica, movimentos políticos e sociais que lutavam pela redemocratização do país, sendo que sua atuação social e política estavam em sintonia com os demais movimentos de organização social que eclodiam no Brasil e na América Latina.

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FVPP Distribui mais de Mil mudas nas CFRs da Região.

O Projeto de Utilização e Difusão de Novas Técnicas de Produção de Alimentos na Região do Xingu, patrocinado pelo Plano de Desenvolvimento Regional Sustentável do Xingu e executado pela Fundação Viver Produzir e Preservar tem a missão de fortalecer as produções no eixo da Transamazônica e Xingu. Desde 2013 o projeto incentiva a criação de sistemas agroflorestais nas Casas Familiares Rurais de Altamira, Brasil Novo, Pacajá, Placas, Senador José Porfírio e Uruará para aproveitamento das áreas degradadas para recuperação e produção de alimentos. 
Foram distribuídas mudas de frutíferas e essências florestais em cada Casa Familiar. Além de incentivar o plantio nas CFRs, o projeto também incentiva que os estudantes façam o plantio nas propriedades rurais das famílias, contando também com capacitações ofertadas através de oficinas para elaboração de projetos para facilitar acesso aos créditos rurais.

É a FVPP, via PDRS Xingu, incentivando a produção de alimentos e a recuperação de áreas degradadas no território da Transamazônica e Xingu.

Raiany Brito / ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO FVPP

Uma Sociedade Liberta é Aquela que Tem Voz e Vez.

O tema exalta a liberdade e nos faz refletir que todos os dias há uma oportunidade para o recomeço. Este é o lema do Movimento de Mulheres Trabalhadoras de Altamira, do Campo e da Cidade que no decorrer da luta pela defesa dos direitos da mulher clama pela igualdade e pela oportunidade!
Não é de hoje que tomamos ruas e pedimos atenção para que as mulheres do mundo, do Brasil e da Transamazônica sejam respeitadas.
Na semana da mulher, como parte das comemorações fizemos uma visita e oferecemos um café da manhã às dezesseis detentas custodiadas na superintendência do Xingu.

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As Margaridas de Altamira

Quando vi aquela multidão de MARGARIDAS em Brasília/DF senti um arrepio. Vi numa única imagem: ribeirinhas, quilombolas, negras, brancas, agricultoras e pescadoras. Todas com um único desejo: Justiça!
As militantes de um movimento sólido que homenageia a ex-líder sindical, Margarida Maria Alves. Que foi assassinada em 1983, na porta de sua casa, por latifundiários do Grupo Várzea, na cidade de Alagoa Grande, Paraíba. Tomam a capital Nacional e entoam o grito pela igualdade dos gêneros!
Pela valorização da mulher, pelo cumprimento da Lei Maria da Penha, outro exemplo de coragem e de persistência contra a violência doméstica, pela garantia das políticas públicas para o campo e a cidade.

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FVPP tem assento no CMDCA

Na manhã desta segunda feira (29/02), aconteceu a posse dos novos membros do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Altamira. Representantes governamentais e não governamentais foram empossados para um mandato de dois anos.
Entre as entidades da sociedade civil está a Fundação Viver Produzir e Preservar.
Para a Coordenadora Executiva da FVPP é mais um compromisso com os meninos e meninas de Altamira que precisam ter um conselho fiscalizador das políticas públicas que garantem os direitos deste público.

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